Greve dos bancários é encerrada nesta segunda-feira
Após 18 dias em greve, os bancários e as intuições financeiras conseguiram chegar a um acordo com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).
A categoria esteve reunida junto ao órgão na última sexta-feira, dia 14, e durante as negociações conseguiu chegar a um acordo de reajuste salarial de 9%, impondo o fim da greve.
Após acordo, os bancários vão levar a proposta para as assembleias nesta segunda-feira, com a possibilidade de voltar ao trabalho já na terça-feira.
Ambos os lados cederam, mas os bancários conseguiram garantir reajuste salarial de mais de 1% acima da inflação, diferentemente dos trabalhadores dos Correios, que terminaram a greve, por ordem da Justiça, quase sem aumento real.
Se aprovado, este será o oitavo ano em que os bancários terão aumento real. Inicialmente, eles pediam ganho real de 5%. O aumento vale a partir de setembro. O piso para os bancários que exercem função de caixa passa para R$ 1.900, no caso de jornadas de seis horas. Para a função de escriturário, o piso passa para R$ 1.400.
O acordo também prevê aumento do PLR (Participação dos Lucros e Resultados) adicional de R$ 1.100 para R$ 1.400 e do teto da parcela adicional de R$ 2.400 para R$ 2.800.
"Foi um processo de negociação bastante longo, mas que finalmente levou a um acordo construído na mesa de negociação", disse o diretor de Relações do Trabalho da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), Magnus Apostólico.
De qualquer forma, a greve continua pelo menos até a segunda, atingindo o 21º dia de paralisação. A greve deste ano já é a maior desde 2004, quando durou 30 dias.
A categoria esteve reunida junto ao órgão na última sexta-feira, dia 14, e durante as negociações conseguiu chegar a um acordo de reajuste salarial de 9%, impondo o fim da greve.
Após acordo, os bancários vão levar a proposta para as assembleias nesta segunda-feira, com a possibilidade de voltar ao trabalho já na terça-feira.
Ambos os lados cederam, mas os bancários conseguiram garantir reajuste salarial de mais de 1% acima da inflação, diferentemente dos trabalhadores dos Correios, que terminaram a greve, por ordem da Justiça, quase sem aumento real.
Se aprovado, este será o oitavo ano em que os bancários terão aumento real. Inicialmente, eles pediam ganho real de 5%. O aumento vale a partir de setembro. O piso para os bancários que exercem função de caixa passa para R$ 1.900, no caso de jornadas de seis horas. Para a função de escriturário, o piso passa para R$ 1.400.
O acordo também prevê aumento do PLR (Participação dos Lucros e Resultados) adicional de R$ 1.100 para R$ 1.400 e do teto da parcela adicional de R$ 2.400 para R$ 2.800.
"Foi um processo de negociação bastante longo, mas que finalmente levou a um acordo construído na mesa de negociação", disse o diretor de Relações do Trabalho da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), Magnus Apostólico.
De qualquer forma, a greve continua pelo menos até a segunda, atingindo o 21º dia de paralisação. A greve deste ano já é a maior desde 2004, quando durou 30 dias.
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